EN | ES | PT

Mar 2017

A Hispanic Society no Museu do Prado: produção e montagem expositiva sob a responsabilidade da Empty

Tesoros de la Hispanic Society Museo del Prado

“Visões do mundo hispânico: Tesouros da Hispanic Society (museu e biblioteca)”
Museu do Prado, Madri
04.04 – 10.09 2017

O Museu do Prado acolherá, entre o dia 4 de abril e 10 de setembro deste ano de 2017, uma exposição dos fundos da centenária e prestigiosa Hispanic Society of America com mais de duas centenas de peças.
Foi possível realizar a mostra mediante convênios firmados pelo Museu do Prado com a Hispanic Society como instituição coorganizadora e com a Fundação BBVA como entidade patrocinadora, e nela poderão ser contemplados os objetos mais representativos desta emblemática “sociedade” cultural com sede em Nova York, que é o maior e mais importante museu de arte espanhola fora da Espanha.
Impulsionada pelo colecionador e hispanista estadunidense Archer Milton Huntington (1870-1955), a Hispanic Society abriu suas portas em 1908. A partir de uma biblioteca e de coleções adquiridas com critérios eruditos e de forma sistemática, fomenta desde então a apreciação rigorosa da cultura espanhola e aprofunda o estudo da literatura e da arte da Espanha, Portugal e América Latina.
Mitchell A. Codding, diretor da Hispanic Society of America, e Miguel Falomir, diretor adjunto de Conservação e Investigação do Museu do Prado, são os curadores da exposição, cuja primeira parte (salas A e B) propõe um percurso cronológico e temático pela produção artística da Espanha e da América Latina com um amplíssimo leque de peças: escultura, relevos, cerâmicas, vidros, móveis, têxteis, metais e joias. Especialmente relevante é a pintura, que dialogará com as coleções do Prado, e com a arte colonial, a partir do que será possível apreciar seus vínculos com a produção peninsular. Também se incluiu um âmbito dedicado à extraordinária biblioteca da instituição.
Na segunda parte (sala C), o visitante encontrará uma seleção da melhor pintura espanhola do século XIX e princípios do século XX, e uma galeria dedicada à intelectualidade espanhola da época, com a que Huntington manteve estreita relação. Precisamente, a exposição prestará um tributo a sua figura, por seu trabalho em prol da divulgação e estudo da cultura de raízes hispanas nos Estados Unidos.


Mar 2017

A Empty volta às salas do Museu de Arte Islâmica de Doha

MIA Qatar "Imperial Threads Exhibition" Empty Project

“Tecidos imperiais”: artistas y motivos da Turquia, Irã e Índia
Museu de Arte Islâmica, Doha, Quatar
15.03 – 04.11 2017
Esta exposição explora os intercâmbios culturais entre os impérios timúrida, safávida, otomano e mogol especialmente a partir da coleção de alcatifas e tapetes do MIA e com a incorporação de peças procedentes da Turquia, Irã e Índia, que se apresentarão, junto com outros objetos, no contexto das circunstâncias históricas, políticas y artísticas de seu tempo, entre os séculos XVI e XVIII. O público poderá conhecer a influência inicial do império timúrida e seu legado, e os contatos artísticos que se produziram entre as oficinas da corte safávida — fundamentalmente sob o reinado do shah Tahmasp (palácio Chehel Sotun em Isfahan, Irã), a corte otomana —sob Solimão o Magnífico (palácio Topkapi em Istambul)— e o império mogol na região da Índia. A exposição também mostra como a padronagem das diferentes oficinas, em motivos geométricos, florais e animais, foi utilizada com profusão por artesãos e artistas de outras disciplinas que vão da caligrafia ao mobiliário, passando pela cerâmica ou joalheria.
Com um protagonismo absoluto dos tapetes, que se estendem tanto pelo piso como paredes, a exposição, projetada por Boris Micka e produzida pela Empty (na que é já sua terceira intervenção nas salas do MIA), dividiu-se em quatro âmbitos, um por império. O primeiro deles se centra no momento de maior esplendor do império timúrida (final do século XIV – principio do XVI), assim como em sua influência sobre os outros impérios graças às relações comerciais e diplomáticas.
O percurso inicia-se com um grande mapa mural dos impérios e suas conexões e uma projeção estereoscópica de grande formato que projeta uma animação dos padrões característicos dos diferentes âmbitos, combinados com um efeito de morphing. A partir daí, uma rampa elevada leva a uma viagem retrospectiva pelos impérios safávida, otomano e mogol. O texto e as ilustrações dos diferentes motivos dos tapetes expostos contribuem para uma melhor apreciação destas peças têxteis e dos demais objetos incluídos na mostra, assim como para assinalar as relações estilísticas e técnicas entre elas.


Mar 2017

A Empty proporcionará novas vitrines ao Museu de Arte de São Paulo (MASP)

Museu de Arte de São Paulo

Com sua singular localização na intersecção de dois eixos viários, com uma arquitetura rotunda que, no entanto, flutua sobre o nível da avenida Paulista para criar uma praça, e com sua extraordinária coleção de mais de 8.000 peças, o Museu de Arte de São Paulo (MASP) não é só um dos mais visitados do Brasil, mas de toda a América Latina. Projetado na década de 1950 por Lina Bo Bardi, uma das figuras paradigmáticas da modernidade histórica brasileira, foi inaugurado em 1968. Com 74 metros de luz entre colunas, foi então o edifício com a maior planta livre do mundo. A proposta expositiva desse momento, também idealizada por Lina Bo Bardi, não foi menos inovadora, pois ela não fez uso das paredes como fundo para as peças, deixando que estas colonizassem todo o espaço, expostas em painéis de vidro com uma base de concreto, de modo que pareciam flutuar no ar, como a própria arquitetura do museu em seu entorno urbano.
Em 1996, o museu decidiu prescindir desta forma de apresentar as obras, mas agora a recuperou, a partir do escritório Metro Arquitetos, que se uniu à equipe da instituição como responsáveis pelo projeto das exposições. Neste contexto de renovação de sistemas expositivos que se apoia nos conceitos museográficos originais — transparência, liberdade de percurso, justaposição e diálogo entre objetos e peças artísticas— a Empty Brasil recebeu a encomenda de realizar 24 vitrines —7 das quais são do tipo mesa e as restantes a modo de estantes — que serão utilizadas para a exposição da Coleção Landmann de arte pré-colombina. Essas vitrines servirão à exposição permanente do MASP pelo menos durante 10 anos.


Mar 2017

Museu Etihad, Dubai

Etihad-museum-Empty

No dia 7 de janeiro, as portas do Museu Etihad abriram-se ao público, em Dubai. O museu situa-se no distrito histórico de Jumeirah, onde também se encontra a conhecida como Union House, sede da assinatura, na data de 2 de dezembro de 1971, do tratado de fundação dos Emirados Árabes Unidos. Precisamente, a restauração da Union House à sua imagem original fez parte do projeto do museu, além da construção, nas proximidades, de um edifício de nova planta projetado pelo estúdio Moriyama & Teshima Architects, com sede em Toronto.

Este novo pavilhão, cuja forma foi inspirada na de um manuscrito e conta com sete colunas que simbolizam as sete plumas utilizadas para assinar o acordo de união, tem uma superfície de 2.000 m2, mas soma mais 10.000 m2 de instalações subterrâneas para albergar os espaços de exposição e um centro educativo.

O Museu Etihad, cuja exposição permanente foi realizada totalmente sob a responsabilidade da Empty, narra a história dos EAU nos anos antes de sua constituição como federação de estados, o momento e as circunstâncias em que se conformou a União e as conquistas decorrentes daquele transcendental acordo. Também tem aqui seu lugar a Constituição emiratense e os direitos, liberdades e responsabilidades dos cidadãos dos sete emirados que se regem por ela.

Sob o ponto de vista museográfico, o objetivo era criar um sistema expositivo dinâmico, heterogêneo e formalmente atraente que integrasse os meios audiovisuais e interativos — predominantes neste museu —, deixando ocultos os elementos registráveis. Por isso, a maior parte dos elementos foi fabricada em Corian. Muito resistente e termoformável, este material permitiu construir, por exemplo, um “falaj” audiovisual, cuja forma se inspira nas tradicionais construções de canalização de água para a agricultura no Golfo Arábigo.

Assim, o mobiliário alude a geografia e a paisagem dos EAU e colabora na geração de espaços de diferente caráter que enriquecem o percurso. Acabamentos arquitetônicos como o dos tetos também contribuem para modelar essa “paisagem de paisagens” interior, habitada também por fotografias de época e por objetos que ajudam a reconstruir esses episódios chave de sua história.

Quanto às texturas e à cor, o contraponto para este material de aparência pétrea é a madeira, utilizada em âmbitos singulares como os dos pequenos teatros e para revestir os pilares, convertidos assim em escultóricos troncos.


Jun 2016

Museu de Málaga

museo-de-malaga-empty-casco-corintio

Ainda que a fusão de seus museus provinciais de Belas Artes e Arqueologia no chamado Museu de Málaga tenha ocorrido em1973, a cidade não havia reunido até agora em uma única sede seus respectivos fundos. Após anos de esforços e reivindicações cidadãs, essas coleções compartilham hoje o mesmo teto no antigo Palácio da Aduana, reabilitado e transformado para seu uso museístico pelos arquitetos Fernando Pardo, Bernardo García Tapia e Ángel Pérez Mora.

Os trabalhos de produção da arquitetura museográfica e de instalação das obras artísticas — especialmente pintura do século XIX — e as peças arqueológicas — da Pré-história até a Idade Média e o esplendor nazari — no novo museu foram realizadas pela Empty, a partir de um projeto da Frade Arquitectos. Estes trabalhos compreenderam tanto a edição e tradução de textos e roteiros como o projeto e a elaboração de suportes específicos, passando pela fabricação de vitrines e a elaboração de elementos gráficos (cartografia e desenhos), audiovisuais, maquetas, cenografias e outros recursos interpretativos.

Com a intervenção da Empty, que se encarregou, do mesmo modo, da mobília e sinalização das áreas públicas, concluiu o que, sem dúvida, será um dos grandes museus da Andaluzia. Contudo, ainda será preciso esperar mais um pouco para sua abertura ao público, prevista para finais de 2016.


May 2016

Ampliação e renovação de loja para marca francesa de moda, Barcelona

No Paseo de Gracia, encontra-se o espaço de uma das marcas mais reconhecidas da moda de alta costura que acaba de ampliar-se e transformar-se totalmente. Como já ocorreu no caso da loja que a empresa francesa possui em Madri, a Empty encarregou-se da remodelação integral do espaço, de 525 m2, segundo um projeto do arquiteto norte-americano Peter Marino.
A loja não fechou suas portas durante as obras que requeriam compatibilidade com as necessidades de descanso dos hóspedes de um hotel de luxo e com a normativa municipal relativa a intervenções em áreas urbanas tão representativas como esta. Após o trabalho de demolição, levou-se a cabo o de estrutura e instalações; e foram também capítulos importantes as vitrines e a carpintaria da fachada, os fechamentos, os metais e os vidros, além da instalação da pedra e o piso ou os toldos.

O elemento mais característico da atuação, e o que melhor define o aspecto de área aberta que se procurou criar para o espaço, é a escada, ela permite ver os três andares do edifício a partir da rua, através das vitrines. Para a Empty foi muito estimulante levar a cabo tanto a definição da construção como a própria construção desta “peça” robusta e, ao mesmo tempo, delicada que, conforme o ponto de vista, parece ter sido obra de um escultor ou de um especialista em origami.


May 2016

Mall Store TDP, Marselha (França)

O centro comercial Les Terrasses du Port é uma das iniciativas que tratam de revitalizar o bairro portuário de Marselha. Na localização mais privilegiada deste centro comercial, a Empty realizou, para uma empresa norte-americana de tecnologia com a qual colabora de forma habitual desde 2012, uma loja de cerca de 1.000 m2 distribuídos em dois andares: o superior, destinado à venda, e o inferior, a espaços de apoio como armazém, escritórios e vestuários. Equipado com duas grandes vitrines — uma para o centro comercial e outra orientada ao caís de transatlânticos —, este local também conta com 250 m2 de nova construção, acrescentados ao volume do edifício original. Construí-los com o centro comercial em funcionamento representou um verdadeiro desafio.

Sob o ponto de vista técnico, os maiores desafios da obra foram os acabamentos, sobre os quais recaem, em boa medida, as bases conceituais de design da empresa: pisos de terraço realizados “ex profeso”, com textura (grão) e cor (quase branco) muito concretas; e painéis GFRC (glass fiber reinforced concrete) — com um aspecto concordante com o dos pisos — sustentados por estrutura metálica para paredes interiores, exteriores e parte do teto, planos para o centro comercial e inclinados para o mar. A Empty encarregou-se, do mesmo modo, da instalação do mobiliário mural e da estrutura de bronze dos tetos luminosos.


Apr 2016

Libro “Museografías”

El pasado 16 de marzo fue presentado en el Claustro de los Jerónimos del Museo del Prado el libro “Museografías”, editado por Empty con motivo de su 25 aniversario. El director del Museo del Prado, Miguel Zugaza, realizó la introducción al coloquio que tuvo lugar en torno a los principales temas abordados en el libro y en el cual intervinieron especialistas que han participado en la edición con ensayos u obras museísticas: los profesores Javier Arnaldo y Juan José Lahuerta, el periodista Iker Seisdedos —que ejerció como moderador— y los arquitectos Rafael Moneo y Emilio Tuñón. Asistieron a la presentación numerosos profesionales relacionados con la arquitectura, el arte y los museos.

El libro pretende ser una aportación independiente al debate general sobre la disciplina. Así, los 25 proyectos museográficos que recoge fueron seleccionados por un grupo de trabajo dirigido por el malogrado historiador y crítico de arte Ángel González García e integrado por el arquitecto y gestor cultural Carlos Baztán y por el ex director adjunto y de contenidos de Empty, Emilio Mínguez. El propio Ángel González escribió el texto que abre este volumen, al que también han contribuido los ya mencionados Javier Arnaldo, Juan José Lahuerta e Iker Seisdedos, y las profesoras Rocío Robles y Selina Blasco.


Dec 2015

Cleópatra e o fascínio do Egito

Cleopatra-Empty-Canal-14

O mito de Cleópatra, última rainha do Egito faraônico, continua vivo graças, entre outros fatores, a exposições como esta, onde sua figura, a histórica e a lendária, tem como pano de fundo o fascinante momento que viveu — as personagens e paisagens, a decadência de sua dinastia, os Ptolomeus, ou o nascimento do Império Romano —, recriado com peças arqueológicas, de pinturas e esculturas entre os séculos XVI e XIX, e também a partir do vestuário e adereço de balés, representações operísticas ou produções cinematográficas.

Para as vitrines e expositores tomou-se como referência o próprio mobiliário do antigo Egito, reinterpretando-o por meio de uma linguagem mais abstrata mas reconhecível com aspectos formais e funcionais como o pé zoomórfico ou o princípio da cadeira de tesoura. O sistema é composto por uma vitrine isolada, uma mesa com urna, uma base e uma vitrine em fechamento; com estas quatro variantes atendem-se às necessidades de peças de formatos e elaborações muito diferentes, e a vitrine isolada permite, além disso, a contemplação plena de algumas delas.

A luz e a cor são utilizadas como reminiscência dos ambientes do antigo Egito e como identificadores dos diferentes temas. A luz ambiental é mais intensa do que a que costuma ser utilizada neste tipo de exposição, e a gama cromática proposta vai do turquesa aos tons queimados, o verde e o azul, aplicando-se de forma que não tiram o protagonismo das peças.

Junto com os objetos e obras artísticas apostou-se nesta exposição pelo uso de imagens icônicas de grande formato — como o perfil de Liz Taylor com um penteado de meio coque faraônico que dá entrada à seção de Cleópatra e as artes cênicas — e também pela criação de peças audiovisuais especialmente cuidadas em sua elaboração, e onde se destaca o trabalho de ilustradores e animadores 3D: algumas são de caráter documental e permitem conhecer, por exemplo, como era a Alexandria ptolemaica, capital do mundo antigo; outras são de caráter imersivo e recriam momentos culminantes da vida da rainha: o encontro com Marco Antonio em Tarso ou sua trágica morte.


Dec 2015

SOS: a ciência de prevenir

SOS-Parque-de-las-Ciencias-empty-04

“SOS: a ciência de prevenir” é uma exposição centrada na prevenção de desastres que mostra a especialistas e ao público em geral o comportamento instável da natureza ou os riscos da técnica e da indústria, fazendo uma advertência sobre a necessidade de sermos precavidos, assim como abordando a evolução histórica dos meios de detecção e de resposta diante de catástrofes. Os visitantes podem interagir com objetos reais, réplicas, simuladores, maquetes, painéis interativos e audiovisuais, em uma experiência dinâmica e memorável.

A proposta expositiva aborda os desastres por âmbitos: os desastres naturais, os desastres industriais ou os que, como o fogo, têm ambas as origens — ilustrados com casos históricos que vão da erupção do Vesúvio até o naufrágio do Titanic, passando pelo terremoto do Haiti ou o colapso da central nuclear de Fukushima—, dando ênfase à importância de estudar os fenômenos e seus riscos para melhorar o conhecimento dos mesmos, a resposta tecnológica e a formação frente a eles. Os seres humanos e nossa capacidade de resposta em caso de catástrofe ocupam um lugar central na organização temática, como um nó articulador das propostas.

A gráfica tem grande peso no projeto museográfico: impactantes fotografias das melhores agências de reportagens, assim como desenhos e gráficos explicativos para que os relatos e descrições sejam mais acessíveis. Os demais elementos expositivos compõem-se com grande simplicidade: grandes mesas retangulares — de chapa laqueada nas cores relacionadas com o perigo e a prevenção — que são, ao mesmo tempo, suportes gráficos e bases para as diferentes peças, e elegantes painéis que oferecem informação complementar. Para delimitar cada setor foi utilizado um tipo especial de “lâmpadas” penduradas no teto e impressas com imagens alusivas, e aplicações com a linguagem dos símbolos de prevenção no chão.


Jan 2015

Salas de Arqueologia do Museu de Pontevedra e Centro Virtual da Cultura Castrenha em Lalín (Pontevedra)

centro-virtual-cultura-castrexa-empty

O Museu de Arqueologia de Pontevedra renova sua proposta expositiva com um projeto que reforça o protagonismo das peças arqueológicas e estabelece uma continuidade formal do mobiliário e dos suportes gráficos, definindo um itinerário intuitivo que orienta o visitante e cria atmosferas diferenciadas, permitindo a hierarquização da informação e a ótima exposição dos objetos. Além disso, suas instalações se “conectam” virtualmente a um novo espaço cultural, o Centro de Cultura Castrenha de Lalín, que ocupará três dos módulos circulares do edifício de serviços municipais da localidade, construído pelo escritório Mansilla y Tuñón como um tipo de “castro tecnológico”. Dele se desprenderá uma ampla oferta de conteúdos relacionada com a cultura castrenha da comarca de Deza, sua história e tradições que, renovadas, sobreviveram mesmo em âmbitos como a paisagem, a literatura ou a gastronomia. Todos os aspectos do projeto — da proposta até a realização dos conteúdos textuais, gráficos e audiovisuais até a execução da museografia — foram objeto de um concurso do qual a Empty foi adjudicatária, que contou com a colaboração do museógrafo Víctor Imperial e do arquiteto Andrés Ibáñez.O Museu de Arqueologia de Pontevedra renova sua proposta expositiva com um projeto que reforça o protagonismo das peças arqueológicas e estabelece uma continuidade formal do mobiliário e dos suportes gráficos, definindo um itinerário intuitivo que orienta o visitante e cria atmosferas diferenciadas, permitindo a hierarquização da informação e a ótima exposição dos objetos. Além disso, suas instalações se “conectam” virtualmente a um novo espaço cultural, o Centro de Cultura Castrenha de Lalín, que ocupará três dos módulos circulares do edifício de serviços municipais da localidade, construído pelo escritório Mansilla y Tuñón como um tipo de “castro tecnológico”. Dele se desprenderá uma ampla oferta de conteúdos relacionada com a cultura castrenha da comarca de Deza, sua história e tradições que, renovadas, sobreviveram mesmo em âmbitos como a paisagem, a literatura ou a gastronomia. Todos os aspectos do projeto — da proposta até a realização dos conteúdos textuais, gráficos e audiovisuais até a execução da museografia — foram objeto de um concurso do qual a Empty foi adjudicatária, que contou com a colaboração do museógrafo Víctor Imperial e do arquiteto Andrés Ibáñez.


Jan 2015

Museu da Imagem e do Som, Río de Janeiro

museo-da-imagem-e-do-som-empty

La nueva sede del Museo de la Imagen y el Sonido, obra del estudio Diller Scofidio + Renfro, con sede en Nueva York, se está construyendo frente a la playa de Copacabana y en la avenida Atlántica, y será uno de los nuevos hitos arquitectónicos de la ciudad carioca. Concebido como una suerte de bulevar vertical, se ha diseñado también como un punto de encuentro y un escaparate de la cultura y el estilo de vida local. Empty —que recientemente ha terminado en Brasil la producción y montaje de una serie de vitrinas para la exposición permanente del Espacio Olavo Setúbal, del Instituto Itaú Cultural— ha estado vinculado al proyecto de este museo desde sus comienzos: primero realizando labores de asesoría y gerencia del capítulo museográfico, y actualmente como gestora de las obras de construcción y con el cometido de realizar la práctica totalidad de las instalaciones expositivas, caracterizadas por su planteamiento innovador y una gran carga tecnológica.


Jan 2015

Pavilhão da Espanha, Expo Milão 2015

Com o pavilhão da Espanha na Expo Milão 2015, a Empty soma mais uma participação em uma série de eventos expositivos internacionais que se inicia em Sevilha 1992 com a montagem no Mosteiro de Santa Maria das Covas da exposição “Arte e cultura em torno a 1492”, que se prolonga nas expos Lisboa 1998, Aichi 2005, Saragoça 2008 e Xangai 2010, e que chega até este evento de Milão 2015 com a construção integral do pavilhão, de 2.500 m2, e a instalação no edifício de sua proposta expositiva. O lema comum desta expo responde a um dos chamados objetivos do milênio, “Alimentar o planeta. Energia para a vida”, enquanto que o da Espanha, “A linguagem do sabor”, se materializa num edifício concebido como uma gigantesca estufa com pórticos estruturais de madeira, onde as dualidades entre materiais de revestimento e entre espaços abertos e fechados expressam o binômio tradição e inovação na gastronomia e indústria alimentar espanholas. Por sua vez, a proposta expositiva gira em torno de três grandes eixos: as fortalezas de nossa cadeia de produção alimentar, a qualidade e diversidade de nossa dieta e uma produção agropecuária sustentável como ferramenta de preservação da paisagem e para o desenvolvimento de modelos turísticos alternativos.


Jan 2015

Château Margaux, Bordeaux

A Château Margaux, uma das etiquetas enológicas mais prestigiadas do mundo, encomendou a Norman Foster o projeto de renovar sua chácara de Margaux, na região de Bordeaux, para se adaptar às exigências atuais e futuras relacionadas com a produção e a promoção de seus caldos. Além de restaurar e modernizar algumas dependências, o arquiteto britânico construiu um novo edifício destinado à vinificação e laboratório, em cujo projeto de acabamentos interiores e mobília contou com a participação da Empty. Esta nova peça se configura como um contêiner flexível e reinterpreta em chave contemporânea a linguagem dominante no conjunto, como demonstram a solução de cobertura inclinada — sustentada por pilares arborescentes e com sistema de iluminação zenital — ou o design das escultóricas escadarias de aço inoxidável que comunicam os dois andares do pavilhão.


Apr 2014

Museu Arqueológico Nacional, Madri

O Museu Arqueológico Nacional finalizou em março de 2014 a renovação integral que abarcou tanto a sua histórica sede como a seu programa expositivo. O arquiteto Juan Pablo Rodríguez Frade, autor da remodelação do edifício, é o autor, do mesmo modo, da proposta de instalação para a exposição permanente que foi ganhadora do concurso convocado a efeitos pelo Ministério de Cultura. Tal proposta museográfica foi apresentada pela união temporária de empresas (UTE) Acciona-Empty.MAN.
Mas este projeto não se limitou ao desenho de suportes funcional e formalmente apropriados para a exposição de objetos, tratando também da disposição destes e de sua contextualização, de maneira que através deles o público é capaz de apreciar seu valor como testemunhos das diferentes sociedades que nos antecederam. O percurso e a organização temática favorecem a compreensão dos valores fundamentais que sintetizam a razão de ser do MAN: conhecer nosso passado e evidenciar uma história da Espanha como espaço de encontros culturais.

error: Contenido protegido